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1 de jul. de 2016

Análise Sensorial Coca-Cola Zero e Coca-Cola Stevia

A nova Coca-Cola™ de Stévia chegou ao mercado há pouco tempo. Mais precisamente tem poucos dias que chegou na minha cidade. A tal "coca verde" já tinha sido vista na internet e eu fiquei curioso pra experimentar. Hoje mesmo eu comprei uma lata dela e fui tomando e me veio a dúvida se era ou não igual a já famosa Coca Zero™, já que o gosto lembrava um pouco.

Não satisfeito, resolvi voltar ao supermercado e comprar mais uma, dessa vez junto com uma Coca Zero™ pra fazer uma comparação. E o que era pra ser simplesmente algo corriqueiro, uma comparação pra satisfazer uma dúvida pessoal, virou esse texto e essa análise mais elaborada. Obviamente não ficou igual um teste real seguido por grandes empresas, mas eu quis tentar chegar perto disso, perto de algo "o mais científico possível".

Só pra deixar claro que a Coca-Cola™ não tem nada a ver com isso e foi apenas uma "brincadeira" minha mesmo pra sanar a dúvida e pra passar o tempo.

Metodologia

Foram realizados o teste duplo-cego, onde o provador  não sabe qual amostra é qual e o teste de preferencia, onde após a degustação, o jurado escolhe qual gostou mais.
Os jurados foram selecionados de acordo com o que a situação permitia, ou seja, só as pessoas que estavam em casa foram "escolhidas" para o teste: minha avó, minha mãe e eu.

Após a seleção dos jurados, foram separados dois copos transparentes, devidamente numerados e cheios com as duas amostras. Pra cada jurado a ordem das amostras foi diferente. Feito isso, os jurados beberam e avaliaram cada amostra.

Resultados

Antes de realmente citar os resultados obtidos, vamos comparar as informações presentes nas tabelas nutricionais presentes em cada lata:

Porção de 350ml de Coca-Cola Stevia™: 70 kcal; 18g de açucar; 0g de gorduras totais e saturadas; 37mg de sódio

Porção de 350ml de Coca-Cola Zero™: 0 kcal; 0g de açucar; 0g de gorduras totais e saturadas; 49mg de sódio

A partir disso, partimos para os resultados dos testes feitos.

Primeiro foi feito a análise com minha avó
Na divisão dos copos, a Zero ficou com o copo número 1 e a Stevia no copo número 2. Então foi dito que:

1) menos doce; um pouco amarga; mais escura
2) mais doce; mais gostosa; menos amarga; mais clara

A preferência foi para a de Stevia. Na hora de perguntada qual ela achava que era qual, ela acertou que a 1 era a Zero e a 2 era a Stevia.
Já na análise feita pela minha mãe, a divisão ficou invertida, com Stevia no copo 1 e Zero no copo 2. Foi dito que:

1) parece bebida light; doce porém leve; mais doce, mais clara, mais gostosa
2) parece coca normal; mais escura

A preferência foi para a Stevia também. E na hora de pergunda qual era qual, ela errou.
Na minha vez, quem encheu os copos foi minha mãe e eu fiquei de longe esperando. A posição mais uma vez ficou 1 para a Zero e 2 para a Stevia. E foi dito que:

1) gostosa; cor igual
2) mais doce; cor igual; mais gostosa

Minha preferência também foi para a Stevia. E eu também errei qual era qual.

Conclusão

Então, a partir disso, concluo que, a Coca-Cola™ de Stevia é claramente mais suave e mais gostosa que a Coca Zero™, ainda que a primeira vista sejam parecidas. Nenhuma se compara a Coca comum, mas pra quem não pode tomar ou prefere evitar, talvez esse resultado seja importante na hora de decidir.

Todos os resultados mostraram que a de Stevia é mais doce. Isso é claro por ter 18g de açucar a mais. Mas também pode ser explicado devido ao fato de que a Stevia é cerca de  300 vezes mais doce do que o açucar comum.

Então, independente do resultado, eu ficaria com a de Stevia. Além de ser mais saudável teoricamente (ainda que contenha bastante sódio, porém menos que a zero), é mais gostosa quando se compara as duas.

26 de jun. de 2015

Feijão Pronto

Caramba, hoje o dia não foi muito legal pros fãs de sertanejo universitário. Cristiano Araújo morreu, prematuramente...fatalidade. Eu conheço pouquíssimas músicas dele, três ou quatro no máximo, até porque não é meu estilo de música favorito. Mas reconheço que o cara tinha uma voz realmente muito boa!

(escrevi o texto no dia que ele morreu, então ignorem o início dessa introdução).

Mas esse não é o foco do post de hoje, que mais uma vez vem com um review de alguma comida pronta (acho que daqui a pouco vou criar um blog exclusivo pra isso, que tal?!). Não sei se todos estão por dentro, mas ultimamente estou morando fora, "sozinho". Não vou me aprofundar nisso mas, por conta disso, na hora que a fome aperta eu tenho que me virar na cozinha. Não que isso seja problema pra mim, sei fazer bastante coisa e consigo fazer refeições bacanas. Resumindo, não morro de fome. Só não da pra esbanjar ou incrementar demais sempre.

Um dos problemas disso, é a famosa preguiça (que eu to lutando pra acabar com ela mas infelizmente ainda reina) e outro problema é o medo. Mais especificamente medo de panela de pressão. Tenho certo receio de usar essa bomba caseira porque se der merda, e aquilo explode, vai tudo pro ar, inclusive eu. Então evito usar. Por conta disso, eu quase não comia feijão aqui, até descobrir essa maravilha.

Então, o review de hoje vai ser sobre o feijão pronto da Vapza.


Existem diversos tipos e marcas de feijão pronto no mercado, a maioria deles enlatado. Mas como não encontrei no supermercado que eu costumo ir aqui, resolvi pegar esse em caixinha mesmo que estava a um preço acessível. Lá em casa costumava-se comer bastante feijoada pronta, aquela enlatada, então meio que não ligo. Conheço gente que não come nem a pau (realmente feijoada pronta, na hora que abre a lata, é um negócio bem esquisito).

Enfim, pra começar, vou destacar a primeira coisa que me deixou impressionado quando vi: ele é embalado a vácuo, e não precisa ir na geladeira. Um ponto super positivo pra mim, visto que evito ao máximo usar a geladeira aqui da república.



Além disso, o preço é bacana demais. R$ 4,99 a caixinha de 500g. Parece pouco, mas pra uma pessoa só não é. Talvez não compense pra quem come muito, visto que o preço de um saco de feijão, com 1kg, sai pelo mesmo preço quase. Só que o que conta aqui também são os "problemas" que citei ali em cima.

O negócio é simples demais. São duas porções embaladas a vácuo, onde tu corta, põe na panela, coloca um pouco de água, da uma mexidinha e voilá...está pronto. Já vem temperado mas nada contra acrescentar um tempero extra a gosto. E o aspecto fica basicamente igual um feijão feito do zero.
A partir daí é só colocar no prato e degustar da forma que mais lhe convier.
Na panela, sem água, apenas desmanchado

Na panela pronto pra comer
A marca tem outros produtos, como carne pronta e mandioca cozida pronta, mas sinceramente esses não me chamaram muita atenção não (visto que eu procurava por feijão).

Então é isso ai. Mais um review e dica pra quem gosta de mexer na cozinha. Deixe seu comentário e dica do que posso testar e compartilhem.
Até a próxima.

Notas:
  • Cheiro/aroma: 10/10
  • Aparência antes: 8/10
  • Aparência pronto: 10/10
  • Gosto: 10/10
Média Final: 9,5

15 de fev. de 2014

Estrias e seu poder psicológico

A cidade de Townsville. Uma cidade onde reina a paz e a harmon...não, pera. Acho que me equivoquei de canal.

Fala galera! Você que ta aí sentado nessa cadeira, de frente pro PC, primeiramente: arrume sua coluna. E pra você que está deitado na cama, com o notebook em cima do colo...é...bom pra você. Sem esquecer dos que estão lendo pelo celular, é nóis! Hoje o assunto vai ser meio chato e provavelmente, breve. Mas eu meio que senti uma necessidade de falar sobre isso, porque ontem tive duas conversas que geraram o mesmo assunto, as duas pessoas tinham a mesma opinião sobre o assunto, o que me deixou um pouco indignado.

Estrias!!!!

Todo mundo, principalmente meninas/mulheres, tem problema com essas malditas lesões. Problemas muitas vezes mais psicológicos do que físicos, visto que as vezes o número de estrias é bem baixo e muitas vezes passa desapercebido. Mas mulher parece que tem olho biônico pra essas coisas e conseguem ver tudo...até o que não existe.

Pois bem, só dando uma passada rápida sobre o conceito biológico disso, estrias são lesões decorrentes da degeneração das fibras elásticas da pele. Geralmente são causadas por uma distensão exagerada (como é o caso das grávidas por exemplo) ou até mesmo por problemas hormonais. E se engana quem pensa que isso é problema de mulher. Homem tem (bastante as vezes), porém é algo MAIS COMUM de ocorrer em mulheres. Tem muito tratamento por ai que visa reduzir as estrias, entretanto não é algo que seja "curável", são irreversíveis. Porém o foco agora não é falar SOBRE as estrias diretamente, e sim sobre seus efeitos psicológicos que ando vendo em algumas pessoas.

Só pra se ter uma ideia do porque eu vim falar disso, ontem eu estive conversando com duas amigas minhas e ambas revelaram ter vergonha do corpo (como um todo ou não) porque elas tem muitas estrias. Ora, normal. Até porque é mulher né...se preocupam até com pontas duplas (coisa que ninguém enxerga), quem dirá estrias né!?

Então tipo, não é algo pra ficar tentando impor...normal, é da natureza feminina se preocupar com coisas que as deixam de mal com o corpo delas, mesmo essas coisas não tendo a menor importância pros demais.
Mas igual eu falei pra uma delas, talvez seja ridícula mesmo essa preocupação exagerada com algo tão...besta, digamos assim. Ainda mais quando se trata de uma menina/mulher com atributos físicos que sobrepõe tais marcas. Mas é uma força tão forte (leia-se: cagação de regra pela mídia), que faz com elas se preocupem, que não adianta nenhum argumento. Elas sempre terão problema com aquilo, por mais que não esquentem a cabeça com isso.

Um outro problema mais "solucionável", e esse eu posso argumentar melhor, é a preocupação que vocês meninas/mulheres tem com o fato de homem reparar ou não.
Verdade seja dita, homem repara sim!
Aliás, quando um homem sabe o que é estria, ele repara. Mas é justamente aquele reparar assim, que talvez o termo correto nem seja esse. Talvez falar "olhar" caiba melhor no contexto, porque é uma reparada tão..."Olha, estrias...foda-se" entendem? É uma reparada tão rápida e tão superficial que se torna apenas uma olhada. Então meninas, deixem de se preocupar com isso. Tem tanta coisa melhor pra reparar/fazer, que ligar pra isso, seria a última coisa que um homem faria. Até porque tem alguns (e isso me inclui) que até gostam e tal, conseguem ver um charmezinho nelas.


Pra finalizar (eu disse que seria breve e olha aí...), vou parafrasear uma amiga minha, e consequentemente me parafrasear:
"Isso é ser mulher! Não é motivo pra vergonha...é algo pra bater no peito e dizer que tu é normal e não é perfeita como essas mina de revista toda photoshopada, mas isso não te faz menos mulher nem menos amável."
Isso ilustra perfeitamente a minha idéia
Então é isso...não é algo que vai mudar da noite pro dia o pensamento delas, mas quem sabe não as faça pensar melhor. Que tem coisa mais importante pra se preocupar, que merecem atenção de verdade. Dizem por ai que existem óleos e cremes que auxiliam. Mas ai eu deixo por conta de vocês meninas, porque eu não entendo dessa parte.

Se você quer saber mais, não deixem de assistir o próximo programa, nesse mesmo canal e nesse mesm...ops, me confundi de novo. Tchau!

26 de jan. de 2014

Reflexão acerca dos "Rolezinhos"

Sabe quando você sente NOJO de algo... Tipo, para e pensa que ta tudo indo por água a baixo... Na boa, internet é algo muito bom, mas acho que ta começando a estragar o mundo viu (começando uma ova, já estraga a muito tempo). Não sei nem o que dizer, só posso sentir VERGONHA desse povo (e dos pais). Nada contra quem curte se divertir, encontrar com amigos, mas porra... Isso ta mais pra outra coisa, um monte de gente que não é nada, achando que é muita coisa. Tava demorando esse tal de "rolezinho" chegar a Ipatinga viu, e chegou da forma mais escrota possível. Quem é esse povo que reclama tanto de rótulo, quem eles são pra ficar rotulando alguém?

"Ter mais de 300 curtidas em fotos postadas; participar de pelo menos 10 encontros realizados na Praça do Cidade Nobre; tirar fotos com pose de frente para o espelho e ter um aparelho celular de última geração."

Beleza, se eu não tiver um celular de última geração, eu não sou aceito no meio deles... Tá, isso não é coisa nova, sempre aconteceram essas exclusões por motivos chulos, mas porra... OLHA AS IDADES DESSE POVO QUE DITA ESSAS REGRAS... Meu Deus... E o pior é ver gente que morre pra ser aceito nesses grupinhos e isso me mata mais de raiva ainda. Que mundo é esse onde pra ser aceito em algo você precisa ter “mais de 300 curtidas numa foto”... Onde curtidas valem mais do que declarações sinceras de tipo “cara, gostei dessa foto ficou massa” ou “ow, ta feio, apaga”.
Ai ta, continuo lendo a reportagem, e pro meu espanto, eu achei que não podia piorar e isso acontece. Uma mãe, apoiando o filho. Até ai nada de mais... Que eu saiba toda mãe/pai quer ver o filho feliz e o apoia certo?! Normal isso e bonito. Porém quando começa a passar do limite complica né. Igual o exemplo da reportagem, a mãe, manicure, diz que trabalha para comprar roupas de marcas utilizadas pelo seu primogênito. Cara, sem querer ser preconceituoso nem nada, manicure é um trabalho digno (e indispensável atualmente), mas que eu saiba não gera uma renda assim a ponto de poder viver “no luxo”. Posso estar enganado, como sempre tem aqueles profissionais de destaque, que tem sua clientela fixa e tudo mais. Mas ta. Vou deixar o foco pra uma frase dela:

“Que mãe não quer que seu filho seja um “famosinho”? Eu entendo que com esse status as pessoas demostram que tem carinho pelo meu filho...” 

Primeiro, que eu saiba, a minha mãe não quer isso pra mim, e conheço várias mães que também não querem isso pros seus filhos. Penso que seria mais louvável um filho ter se formado ou ter conseguido um emprego bom, ou passado num concurso sei lá, do que ser um mero “famosinho”. Outro ponto que me deixou INDIGNADO, foi o fato dela dizer que o filho recebe carinho das pessoas. Eu DUVIDO, que 80% das pessoas que curtem as fotos do menino, que conhecem ele, ou que ele tem adicionado na sua rede social, tem algum tipo de sentimento por ele que passe perto de carinho. Maior parte disso não passa de falsidade e tentativa de “vou andar com você porque você é famoso e eu quero ser também”.

“Um famosinho deve ter várias camisas de marcas em seu guarda-roupa, além de bonés de aba reta e bermuda até o joelho...”. Sem comentários pra essa frase, porque eu já comentei lá em cima.

A reportagem continua, citando o caso de mais dois adolescentes inclusos nesse rótulo de “famosinho”. O que me chamou atenção foi mais fato de um deles dizer que fama é pra poucos, como se ele fosse parte desses “poucos”. Ou como se esses famosinhos fizessem. Eu não sou famoso, e nem quero ser, principalmente se depender dessas regras ai pra ser. Vivo muito bem no meu ninho com poucos amigos, porém com CARINHO e amizade verdadeiras, e sem depender de roupa de marca ou celular de ultima geração pra eles gostarem de mim.
Enquanto conversava com uma amiga sobre essa reportagem, o texto e tudo mais, ela disse uma frase que eu concordei e gostei muito, porque resume perfeitamente minha indignação, e como ela é uma grande amiga, serei legal e darei os créditos a ela:

Dá vontade de bater na cara dessas pessoas, apontar o dedo e dar um berro pra acordar pra vida! Fico horrorizada com o quão superficiais as pessoas conseguem ser, cada hora surge algo pra superar essa porra que o mundo tá virando.” (BETINHA, 2014)

Enfim, não vou por o link da reportagem, por motivos meio óbvios, se quiserem ler ela, procurem. E um adendo, esse texto reflete uma opinião MINHA, fui fazendo cada comentário conforme lia a reportagem e não tive a intenção de ofender ninguém. Beijos e até a próxima vez que eu tiver cabeça, vontade e paciência pra escrever de novo.